Cães explosivos usados como anti-tanques
Cães-bomba ou Cães anti-tanque foram cães que receberam treinamento militar pelos Soviéticos para procurar comida em baixo de tanques de guerra e veículos militares. A estratégia era deixar os cães vários dias sem comer com um equipamento especial recheado de explosivos presos em seus corpos.
Após este período, os cães eram deixados em territórios onde os veículos inimigos eram esperados. Assim que os cães alcançavam os veículos, os explosivos eram detonados através de um gatilho que era acionado quando eles se abaixavam e se arrastavam em baixo do veículo em busca de alimento.
Relatórios soviéticos afirmam que os cães conseguiram desativar 300 tanques alemães e causaram enormes problemas para os nazistas, que tiveram que tomar medidas preventivas contra eles. A ordem era que os cães fossem fuzilados assim que fossem avistados. Os tanques e os veículos blindados passaram a utilizar um lança-chamas para afastar os cães do campo de batalha.
Em 1942 houve um infeliz incidente quando o uso dos cães deu terrivelmente errado. Um grupo de cães famintos começou a correr como loucos desagrupadamente. Isto forçou uma divisão inteira de soviéticos a recuar do campo de batalha e logo depois do incidente os cães anti-tanque foram retirados do serviço, no entanto, continuaram a ser treinados até 1996.
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