Senhores o texto a seguir foi elaborado por um soldado do 14* BPM que participou diretamente das buscas, por favor leiam, vale a pena !
Então as buscas chegaram ao fim. Ter pegado esse verme, não vai trazer nossos companheiros de volta, Porém o que eu vi nessas 18 horas de perseguição foi um exemplo de união e companheirismo jamais visto, vi equipes dobrarem de serviço, equipes de folga, policiais de chuteira e colete, policiais de chinelo, policiais de carro particular ajudando nas buscas, Eu vi Policia Civil , eu vi PRF eu vi Guarda Municipal, Eu vi Policia Federal, Eu via gente que nunca tinha visto ou falado, me chamando de irmão me oferecendo água me ajudando nas buscas. Eu vi tenentes, capitães, major e até um coronel auxiliando na busca. O cara pode ser o caveira que for, mas 18 horas meu amigo dentro de um mato, baixa a moral de qualquer um. E sempre vinha alguém pra te animar ou você animava alguém, porque era questão de honra! Era questão de moral. Por varias vezes me peguei chorando no mato me colocando no lugar dos que haviam tombado, não só eu como sargentos, tenentes e toda a tropa. E isso me animava a ir mais longe. A superar o mato alto, as cercas, os espinhos, os cortes nas mãos isso não tinha importância. O importante era pegar o maldito, o verme, o traíra que atira pelas costas e rezar pra que ele confrontasse a equipe. Foram oras a fio, minutos intermináveis e ali eu vi porque ser policial é diferente de tudo que existe, Eu vi um companheirismo jamais visto, eu via um clã, uma equipe uma força, uma família, não importando a cor da farda ou as letras ali, eram todos policiais. Ali era a força de Deus todo poderoso avançando sobre o mal. Ali eram irmãos de guerra, Ali eram heróis, Ali eram policiais! Era eu, Era você, Era o Araújo, Era o Fonseca
Iria fazer um comentário sobre este fato, mas ao ler este depoimento acima resolvi posta-lo e dizer que eu já vivi isto, Alguns irmãos de farda já tombaram no exercício da função e participei destas buscas aos marginais que tiraram a vida dos companheiros e o relato do companheiro fala tudo. é isto mesmo.
Parabéns aos bravos guerreiros que não mediram esforços nesta fatídica ocorrência.
O desfecho da busca ao suspeito de matar os dois policiais na noite de ontem , no centro de Medianeira terminou nesta manhã, próximo ao meio dia. Os policiais Diogo Gugel Araujo e Jorge Luiz da Fonseca foram mortos no centro da cidade quando faziam uma abordagem. As câmeras de segurança de um comércio mostrou o agente correndo pela rua logo após o crime. Ele ainda teria tomado em assalto um Honda Fit para fugir e se escondeu em um matagal em uma região próxima. Ele fugiu da cadeia de Medianeira e logo em seguida teria cometido o crime.
Kayron Douglas Rodrigues, 22 anos, foi localizado em uma mata nas proximidades de Itaipulândia. Ele resistiu à prisão efetuando disparos contra os policiais que revidaram e o jovem foi morto.
O desfecho da busca ao suspeito de matar os dois policiais na noite de ontem , no centro de Medianeira terminou nesta manhã, próximo ao meio dia. Os policiais Diogo Gugel Araujo e Jorge Luiz da Fonseca foram mortos no centro da cidade quando faziam uma abordagem. As câmeras de segurança de um comércio mostrou o agente correndo pela rua logo após o crime. Ele ainda teria tomado em assalto um Honda Fit para fugir e se escondeu em um matagal em uma região próxima. Ele fugiu da cadeia de Medianeira e logo em seguida teria cometido o crime.
Kayron estava apreendido desde domingo após ter sido flagrado com dois quilos de maconha, porém escapou da delegacia, e pouco tempo depois cometeu o duplo homicídio.
O serviço de inteligência da Polícia Militar descobriu nesta terça-feira que Kayron usava nome falso. Ele não é menor de idade e segundo a polícia mantinha pelo menos três documentos de identidade. Um expedido no Paraná, outro em São Paulo e o terceiro em Santa Catarina.
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